Moradores da Rua Jéssica Débora de Melo Bezerra, no bairro Samburá, em São Gonçalo do Amarante, estão animados com as obras de pavimentação de toda a extensão da via.
A obra é uma realização da Prefeitura de São Gonçalo do Amarante graças ao requerimento do vereador Eraldo Paiva (PT), que atendeu a uma antiga reivindicação da população local.
Eraldo também apresentou requerimento solicitando a pavimentação da Rua Apóstolo São Paulo, no loteamento Santa Terezinha, e Santa Luzia, na comunidade de Pajuçara.
terça-feira, 19 de abril de 2011
PT/RN reúne-se com o presidente nacional do PT
A deputada federal Fátima Bezerra, o ex-vereador Hugo Manso e o presidente estadual do PT/RN, Eraldo Paiva, reuniram-se hoje à tarde, na sede nacional do PT em Brasília, com o presidente do partido, José Eduardo Dutra. Na pauta, a organização interna do PT após a grande vitória eleitoral no plano nacional e a finalização da montagem do Governo Federal.
“Absoluta sintonia, esta pode ser a síntese da conversa”, afirmou a deputada federal Fátima Bezerra.
O presidente Eduardo Dutra reafirmou o respeito às decisões tomadas pelas direções estaduais do PT e o especial apreço à deputada Fátima Bezerra.
Também foi feita uma avaliação do quadro político no Rio Grande do Norte. O presidente Eduardo Dutra falou sobre o papel que o partido precisará desempenhar nas eleições municipais das principais cidades do país. Também nesta questão houve total sintonia entre o pensamento das lideranças do PT/RN e do presidente do partido.
“O entendimento é que cabe ao PT, neste momento, reforçar seus quadros e apresentar alternativas para a disputa de 2012, tanto nas disputas majoritárias de prefeituras, como na necessidade de ampliação da presença de petista nas Câmaras Municipais”, informou o presidente estadual do partido, Eraldo Paiva.
Por fim, ficou acertada a visita do presidente do PT ao Rio Grande do Norte ainda neste primeiro semestre, não apenas para debater com a militância partidária, como para apresentar, publicamente, as ideias do PT sobre a reforma política.
Jaime Calado isenta cobrança de ISS para taxistas de São Gonçalo
O prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado, assinou, na quarta-feira (01), no Teatro Municipal Poti Cavalcanti, o Projeto de Lei n° 128/2011 que isenta os taxistas lotados no município do Imposto Sobre Serviço (ISS). A isenção vai beneficiar 756 taxistas que possuem concessão para trabalhar no município.
Segundo o prefeito, isentar do ISS vai proporcionar aos profissionais um dinheiro extra no final do mês. “Em São Gonçalo existe muito taxi para pouca demanda. Era para ter apenas 90 rodando, mas 756 possuem concessão para trabalhar. Não poderíamos ver o erro do passado causando tanto sofrimento de olhos fechados. A isenção do ISS vai dar uma melhor competitividade e representa um tributo a menos para o trabalhador”, disse.
Jaime Calado destacou a importância dos vereadores na articulação em prol dos taxistas.
Para o vereador Eraldo Paiva (PT), “A atuação do nosso mandato foi em fazer a articulação entre os taxistas e o prefeito. Marcamos reuniões, ouvimos a categoria e mostramos a situação ao prefeito que, sensibilizado, elaborou o projeto de lei, mandou para Câmara que, por sua vez, aprovou o projeto por unanimidade. Agora, o prefeito cumpriu com a promessa assinando a lei isentando os taxistas do ISS”, finalizou.
Presidente do PT participa de reunião do Mova Brasil
O presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, Eraldo Paiva, participou na noite de terça-feira do lançamento da terceira etapa do Mova Brasil, realizado na UERN em Assú.
“O programa é muito importante para contribuir com a redução do analfabetismo no Brasil. Destaco o olhar sensível da Petrobras em ser parceira desse projeto”, destacou Eraldo.
No Rio Grande do Norte o programa atende em 35 cidades, com 171 turmas, divididas em 12 núcleos. São Gonçalo do Amarante possui três turmas do Mova.
Inspirado no Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (MOVA), criado pelo educador Paulo Freire, o Projeto MOVA-Brasil segue no caminho para além das letras e números. Desenvolvido por meio de uma parceria entre Petrobras, Federação Única dos Petroleiros (FUP) e Instituto Paulo Freire (IPF), tem como finalidade promover a dignidade humana garantindo aos indivíduos e às comunidades a oportunidade de reconstruírem seu destino e de conquistarem o direito à cidadania plena e participativa.
Vereador Eraldo prestigia Prefeitura Itinerante no Amarante
Os moradores do Amarante receberam sábado (26/03) a ‘Prefeitura Itinerante’, projeto desenvolvido pela prefeitura de São Gonçalo do Amarante em conjunto com todas as secretarias e órgãos da municipalidade com a finalidade de levar cidadania aos populares.
Para o vereador e presidente do PT Estadual, Eraldo Paiva, o evento é ‘uma forma de aproximar o executivo da população’. “Com a Prefeitura Itinerante o governo mostra sua cara, transparência e vai até o povo para levar inúmeras atividades e prestação de serviços. O nosso mandato tem sido parceiro em todas as realizações do evento”, disse o parlamentar.
Foi um dia de intensas atividades gratuitas, com direito a serviços médicos, corte de cabelo, atendimento odontológico, complementação de vacina, verificação de pressão arterial e glicemia. Equipes orientaram a população com dicas de alimentação, prevenção a hanseníase e tuberculose. Também foi oferecido impressão de Carteira de Identidade (1ª e 2ª via).
Na área esportiva foram organizadas atividades nas modalidades de futebol de campo, vôlei e atletismo. A equipe pedagógica desenvolveu oficinas de leitura, escrita, jogos, tarefas para desenvolvimento intelectual e ainda uma competição de soletração.
“O dia foi bastante movimentado. A população aprovou a iniciativa e hoje desfrutou dessa gama de serviços. A prefeitura de São Gonçalo do Amarante está de parabéns”, finalizou Eraldo.
Confira galeria de fotos:
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
O mínimo em recuperação
A política de valorização do salário mínimo adotada pelo governo Lula, agora seguida pelo governo da presidente Dilma Rousseff, garantiu ganhos reais de 53% acima da inflação ao trabalhador dessa faixa de renda. Reajuste muito acima dos ganhos de todas as categorias.
A proposta em gestação pelo governo obedece ao acordo firmado por Lula com as centrais sindicais. É por isso que a presidenta da República se comprometeu a encaminhar ao Congresso Nacional proposta de política de longo prazo de reajuste do salário mínimo, conforme estabelece a Lei 12.255, de 15 de junho de 2010.
Foi essa lei que fixou o salário mínimo em R$ 510 e determinou 31 de março de 2011 como data-limite para a fixação das regras de reajuste até 2023. Essa norma deve ficar no marco do acordo fechado com as centrais sindicais em 2010, em que a correção foi determinada pela soma do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes com a inflação do ano imediatamente anterior.
Minha posição é cumprir o acordo entre as centrais sindicais e o governo, de valorização permanente do salário mínimo com o valor de R$ 545 agora e com perspectiva de grande aumento para o ano que vem, com reajuste previsto de pelo menos 13%. Por que cumprir o acordo? É preciso manter a palavra entre as partes.
Na minha experiência como sindicalista a vida inteira, briga é briga mas, quando se faz acordo, ele precisa ser cumprido. Será muito ruim para as centrais sindicais, para os trabalhadores e para todos nós, sentarmos à mesa de negociação após ter descumprido o acordo anterior. Que credibilidade teremos quando não cumprimos a nossa parte?
Quem é assalariado sabe que, como disse Dilma, a manutenção de regras estáveis que permitam ao salário mínimo recuperar o seu poder de compra é pacto deste governo com os trabalhadores. Asseguradas as regras propostas, os salários dos trabalhadores terão ganhos reais sobre a inflação e serão compatíveis com a capacidade financeira do Estado brasileiro.
Oposição - Eu compreendo, mas não concordo com a postura do PSDB e do DEM. Afinal, eles não fizeram acordo nem no período Lula , muito menos no do FHC. Período esse de arrocho dos salários dos trabalhadores, incluindo a desvalorização do salário mínimo. Foi graças ao nosso governo que tivemos reajustes do mínimo acima da inflação e ganhos reais. Isso, sem dúvida, é muito mais importante.
Aos meus irmãos das centrais sindicais: eu compreendo e apoio a importância da luta pela antecipação do reajuste previsto para 2012. A luta é legítima. Entretanto, se nas negociações não for possível avançar, vamos garantir o acordo. Temos várias lutas a serem enfrentadas aqui na Casa, pela jornada de 40 horas semanais sem redução de salário, pelo fim do fator previdenciário, pela regulamentação da terceirização para evitar a precarização do trabalho, pela PEC do trabalho escravo, pela defesa da convenção 158 da OIT e pela correção da tabela do imposto de renda, dentre outras. A luta continua.
Nós, do PT, apoiamos unanimemente a política de salário mínimo adotada pelo governo Lula e mantida pelo governo Dilma. Depois de séculos de exploração, nossa população mais humilde vê-se representada por um governo com uma sensibilidade social que desde 2003 levou o Brasil a um outro patamar no cenário das nações, com crescimento econômico, distribuição de renda e redução das desigualdades sociais.
Vamos ao debate!
A proposta em gestação pelo governo obedece ao acordo firmado por Lula com as centrais sindicais. É por isso que a presidenta da República se comprometeu a encaminhar ao Congresso Nacional proposta de política de longo prazo de reajuste do salário mínimo, conforme estabelece a Lei 12.255, de 15 de junho de 2010.
Foi essa lei que fixou o salário mínimo em R$ 510 e determinou 31 de março de 2011 como data-limite para a fixação das regras de reajuste até 2023. Essa norma deve ficar no marco do acordo fechado com as centrais sindicais em 2010, em que a correção foi determinada pela soma do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes com a inflação do ano imediatamente anterior.
Minha posição é cumprir o acordo entre as centrais sindicais e o governo, de valorização permanente do salário mínimo com o valor de R$ 545 agora e com perspectiva de grande aumento para o ano que vem, com reajuste previsto de pelo menos 13%. Por que cumprir o acordo? É preciso manter a palavra entre as partes.
Na minha experiência como sindicalista a vida inteira, briga é briga mas, quando se faz acordo, ele precisa ser cumprido. Será muito ruim para as centrais sindicais, para os trabalhadores e para todos nós, sentarmos à mesa de negociação após ter descumprido o acordo anterior. Que credibilidade teremos quando não cumprimos a nossa parte?
Quem é assalariado sabe que, como disse Dilma, a manutenção de regras estáveis que permitam ao salário mínimo recuperar o seu poder de compra é pacto deste governo com os trabalhadores. Asseguradas as regras propostas, os salários dos trabalhadores terão ganhos reais sobre a inflação e serão compatíveis com a capacidade financeira do Estado brasileiro.
Oposição - Eu compreendo, mas não concordo com a postura do PSDB e do DEM. Afinal, eles não fizeram acordo nem no período Lula , muito menos no do FHC. Período esse de arrocho dos salários dos trabalhadores, incluindo a desvalorização do salário mínimo. Foi graças ao nosso governo que tivemos reajustes do mínimo acima da inflação e ganhos reais. Isso, sem dúvida, é muito mais importante.
Aos meus irmãos das centrais sindicais: eu compreendo e apoio a importância da luta pela antecipação do reajuste previsto para 2012. A luta é legítima. Entretanto, se nas negociações não for possível avançar, vamos garantir o acordo. Temos várias lutas a serem enfrentadas aqui na Casa, pela jornada de 40 horas semanais sem redução de salário, pelo fim do fator previdenciário, pela regulamentação da terceirização para evitar a precarização do trabalho, pela PEC do trabalho escravo, pela defesa da convenção 158 da OIT e pela correção da tabela do imposto de renda, dentre outras. A luta continua.
Nós, do PT, apoiamos unanimemente a política de salário mínimo adotada pelo governo Lula e mantida pelo governo Dilma. Depois de séculos de exploração, nossa população mais humilde vê-se representada por um governo com uma sensibilidade social que desde 2003 levou o Brasil a um outro patamar no cenário das nações, com crescimento econômico, distribuição de renda e redução das desigualdades sociais.
Vamos ao debate!
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